Para baixar o programa Cain & Abel Clique Aqui
By: Iorranan dos santos sobrinho
Suponha que você seja o segurança de rede da sua empresa, e todos os usuários reclamam que a conexão com a internet toda hora cai… Você, talvez como quase todos os gerentes de segurança em rede irá tentar resetar o modem da empresa. Porem, depois de resetar o modem, acontece novamente o problema dos usuários reclamarem… Daí, vem a pergunta… Como identificar uma possível DDOS( denial of service – negação de serviço)?
Existem muitas ferramentas que ajudam a voce identificar esse ataque.. Vou dar um belo exemplo usando o wireshark(Ethereal).
O Wireshark é uma ferramenta que verifica os pacotes transmitidos pelo dispositivo de comunicação (placa de rede, placa de fax modem, etc) do computador. O objetivo deste software, também conhecido como sniffer, é detectar problemas de rede, conexões suspeitas, auxiliar no desenvolvimento de aplicativos e qualquer outra atividade relacionada a rede.
Você pode baixa-lo no link abaixo:
http://www.baixaki.com.br/download/wireshark.htm
Abra o wireshark e ative o capturador de pacotes
Depois disso, basta começar a ver os pacotes trafegando na rede. No caso, do teste onde eu mesmo estava manejando duas maquinas.
1º Maquina é o atacante
2º Maquina do segurança
Na maquina do atacante deu um broatcast em toda rede, fazendo com que a mesma fique lenta e conseqüentemente perderia a conexão com a internet de todos os computadores da rede.
Na maquina do segurança, eu usei o wireshark para identificar quem era o autor de toda aquela bagunça.
Veja na imagem:
Na hora que eu comecei a capturar pacotes com o wireshark, então percebi que o ip 192.168.1.3 estava mandando pacotes para toda a rede(broadcast).
Repare que na ultima coluna chamada “Info”, tem algumas informações…
Who hás 192.168.1.45? tell 192.168.1.3
O ip que está depois da palavra “tell” é o atacante(192.168.1.3) e o ip que esta depois do “Who hás” é o alvo.
Neste caso, todas as maquinas estavam sendo os alvos… repare que todas as linhas tem um ip diferente, Neste caso o atacante está atacando toda a rede, por isso que a internet de todos esta caindo.
Para acabar com este problema de broadcast, basta você adquirir um roteador ou switch gerenciável, e configurá-lo para recusar broadcast em excesso em toda a rede.
Depois de descobrir o ip do autor de quem está fazendo a zona na rede, basta ir ao individuo de bater na cara dele e depois cuspir no computador dele…kkkkkkkkkkkkkk
Brincadeira… Tome as decisões de acordo com a política de segurança da empresa onde você trabalha.

Ethernet

Historia
Este tutorial trará uma série de tópicos sobre noções básicas de informática, bem como uma série de conceitos sobre o mundo tecnológico. Nestas séries serão abordados assuntos tais como: Computação, Microinformática, noções de redes de computadores, componentes básicos dos computadores, funções dos componentes, noções de sistema operacional Windows, serviços de Internet, instalação física dos computadores, mais alguns temas que são abordados quase sempre na maioria das provas em concursos que são realizados em todo o Brasil. Você aprenderá desde saber o que é um computador até meios de transmissão de dados e redes de computadores.
Não há atividade hoje praticada que não considere a informática como ferramenta de auxílio e eletiva de trabalho, sendo instrumento da evolução nos métodos de sua execução das tarefas diárias das empresas e pessoas comuns. É um assunto obrigatório quando se fala em modernização e eficiência.
O mundo globalizado e a necessidade das pessoas e empresas terem resultados mais ágeis, precisos e seguros, tornam a informática um alicerce para bom desenvolvimento dos negócios pessoais e empresarias, bem como contribui para evolução do mundo.
Sempre que nos referimos a computadores, temos em mente o que vamos usar para manipular os dados e através do que vamos executá-los para chegar ao objeto da idéia.
Em um computador podemos distinguir dois elementos básicos de interação homem-máquina:
HARDWARE – Que consiste na parte física do computador, é a parte palpável, aquela a qual podemos tocar e ver, o equipamento propriamente dito, incluindo os periféricos de entrada e saída, ou seja, o hardware é tudo o que pode ser visto e tocado e, como toda máquina, não possui inteligência e não funciona sozinha, necessita de um comando de lógica para entrar em operação, é necessária assim a intervenção humana para fazê-lo funcionar.
SOFTWARE – Consiste em cada conjunto de instruções necessárias para o funcionamento do computador. Comporta os programas que irão funcionar e informar ao hardware o que executar, de que forma e quando executa-las.
Resumindo:
COMPONENTES BÁSICOS DE UM COMPUTADOR
Aprendemos que o hardware é cada elemento físico que constitui o equipamento. Genericamente falando, o computador é formado por um conjunto de equipamentos que são caracterizados de acordo com sua função no sistema de arquitetura de um computador. Por tanto, existem vários tipos de componentes que formam juntos o universo do hardware de um computador.
A figura a seguir demonstra um exemplo simples de um computador e seus equipamentos:
1 – Gabinete – contendo:
2 – Monitor
3 – Unidade de disco flexível
4 – Teclado
5 – Mouse
6 – Impressora
Esses equipamentos são agrupados em duas partes distintas: uma, a Unidade Central de Processamento (CPU) ou Unidade de Sistema, onde realmente ocorre o processamento de dados; e a outra, os Periféricos, que são os equipamentos eletrônicos ou eletromecânicos necessários à entrada e/ou saída de dados.
Esses agrupamentos formam e definem a divisão primária de um computador, por isso são considerados componentes básicos.
A relação entre os dois componentes básicos do computador resulta no esquema abaixo conhecido como “ARQUITETURA DE VON NEUMANN”, este nome foi dado em homenagem a seu inventor, que definiu a arquitetura do computador como sendo ENTRADA, PROCESSAMENTO E SAÍDA:
ENTRADA PROCESSAMENTO
SAÍDA
Para um tratamento adequado dos dados e para a execução de suas tarefas de forma organizada e segura, o computador precisa de uma arquitetura que, além de estabelecer seus componentes básicos, determina os seus objetivos e o funcionamento do conjunto de suas partes.
É um circuito integrado.
A Unidade Central de Processamento ou CPU contém os seguintes componentes:
- a unidade de controle;
- a unidade aritmética e lógica;
- a memória interna ou principal do computador.
A CPU é o “cérebro”, ou o centro nervoso do computador, porque controla gerencialmente todas as suas operações, através da unidade de aritmética e lógica, e armazena os dados e instruções na memória interna.
A Unidade de Controle gerencia todas as operações executadas pelo computador, sob a direção de um programa armazenado.
Primeiro ele determina que a instrução seja executada pelo computador, depois procura essa instrução na memória interna e a interpreta. A instrução é, então, executada por outras unidades do computador, sob sua direção.
A Unidade de Aritmética e Lógica, também chamada de Unidade Lógica e Aritmética (ULA) ou (ALU), do inglês Aritmetic and Logic Unit, executa as operações aritméticas e lógicas dirigidas pela Unidade de Controle. Operações lógicas são, de forma simples, a habilidade de comparar coisas para tomada de decisão.
Essa habilidade para testar (comparar) dois números e ramificar para os diversos caminhos alternativos possíveis, dependendo do resultado da comparação, dá ao computador muita força e maleabilidade e é uma das razões principais para que se faça uso dos computadores em diversos setores empresariais e pessoais.
A Memória Interna ou Principal é um dispositivo para armazenar dados e instruções. Ela é usada para desempenhar as seguintes funções:
A memória não está, física ou fixamente, dividida nestas quatro áreas de utilização. Isto pode variar de acordo com o trabalho executado e depende muito das características de cada um. Em uma determinada tarefa, pode-se necessitar de um conjunto grande de instruções e trabalhar-se com poucos dados de entrada/saída. Outro pode, ao contrário, exigir poucas instruções e um conjunto grande de entradas e saídas de dados.
A memória de um computador pode ser classificada segundo esta hierarquia:
* Memória Principal: nela o processador central do computador busca as instruções necessárias para executar e armazena os dados do processamento.
* Memória Secundária: usada para segmentos inativos de programas e arquivos de dados que são trazidos à memória principal quando necessário.
O processador central só executa as instruções e processa os dados que esteja na memória principal. A memória secundária é usada para organização de arquivos de dados históricos ou dados não necessários no momento para processamento.
Memória Principal – Há duas subdivisões básicas ou tipos de memória principal nos computadores atuais – memória de acesso randômico e memória read-only(somente para leitura). Temos também a memória flash, que não será abordada neste tema, pois as duas categorias abaixo são as mais antigas e mais comumente usadas.
A Memória de Acesso Randômico (RAM), do inglês Randomic Access Memory é usada para armazenamento temporário de dados ou instruções. Quando entramos com um programa em linguagem Basic em um computador pessoal, as instruções são armazenadas na RAM do computador, assim como os dados de entrada. A RAM também é conhecida como memória read-and-write, pois podemos escrever ou ler informações neste tipo de memória.
A capacidade da RAM do equipamento é vital, pois determina o número de instruções e a quantidade dos dados armazenados a cada vez para um processamento.
A memória RAM é volátil – ao desligarmos o equipamento perdem-se as informações.
Algumas variações da memória RAM são:
SRAM(RAM ESTÁTICA) – As informações armazenadas, neste tipo de RAM, são mantidas com uma energia de alimentação (a fonte de energia elétrica deve ser mantida mesmo com o computador desligado).
DRAM(RAM DINÂMICA) – Os dados nela carregados precisam de um reforço elétrico para não serem perdidos. É mais lenta que a memória SRAM.
A memória Read-Only(ROM), deriva do inglês Read Only Memory, é usada para armazenar instruções e/ou dados permanentes ou raramente alterados. A informação geralmente é colocada no chip de armazenamento quando ele é fabricado e o conteúdo da ROM não pode ser alterado por um programa do usuário.
As ROMs se constituem em um hardware que possui um software determinado e que não pode ser deletado pelo usuário.
As informações armazenadas na ROM não são voláteis, isto é, não são perdidas quando há falta de energia no computador.
Existem algumas variações e evoluções deste tipo de memória:
PROM: É a ROM que pode ser programada uma única vez.
EPROM: É a ROM que pode ser apagada com o uso da luz ultravioleta(podendo ser reprogramada)
EEPROM: É a ROM que pode ser apagada ou programada através de impulsos elétricos.
Nas próximas lições veremos mais sobre os componentes básicos de um computador.
Até a próxima.
Primeiramente vale a pena esclarecer que o método/diagramas mostrados aqui é apenas 1 dos métodos de criação de cabos tipo CAT5 direto ou cross-over. Existem outros padrões/diagramas que também funcionam.
Bem após o aviso, antes de você se aventurar a fazer seu cabo de rede, é importante você definir que tipo de cabo precisa, e é claro, ter em mãos o material e ferramentas necessárias para a montagem.
Não iremos nesta dica explicar em detalhes como montar um cabo de rede (veja em outra dica aqui no site BoaDica como fazê-lo), mostraremos apenas os diagramas de conexão/ligação do cabo.
Definindo o cabo a ser utilizado:
Como falamos acima existem basicamente 2 tipos de conexão no cabo: direta e invertida (também chamada cross-over).
Cabo direto (ou patch cable): utilizado para ligação da placa de rede ao hub
Cabo invertido (ou crossover cable): utilizado para ligação entre 2 hubs (também chamado cascateamento), ou então para ligar 2 micros pela placa de rede (padrão RJ45) sem a utilização de hub.
Tenha em mãos as ferramentas/materiais necessários que são:
- Pedaço de cabo de rede padrão CAT 5 (4 pares de fios)
- Conectores RJ45
- Alicate de Crimpagem
Diagrama de conexão dos cabos:
Existem vários padrões de conexão dos cabos em uma rede, ou seja da ordem dos cabos internamente no conector. Deixando de lado a discussão de qual padrão é melhor, vamos apresentar o esquema de conexão no padrão EIA 568B.
Esta é a configuração do padrão CAT 5 para cabo direto (ou patch cable) no padrão 568B: veja Tabela 1 e Figura A abaixo.
| Tabela 1: Patch cable CAT 5 (EIA 568B) | |
| Conector #1 | Conector #2 |
| Branco/Laranja | Branco/Laranja |
| Laranja/Branco | Laranja/Branco |
| Branco/Verde | Branco/Verde |
| Azul/Branco | Azul/Branco |
| Branco/Azul | Branco/Azul |
| Verde/Branco | Verde/Branco |
| Branco/Marrom | Branco/Marrom |
| Marrom/Branco | Marrom/Branco |
| Nota: A primeira cor listada no par, é a cor dominante do fio, ou seja, no cavo azul/banco, é um fio azul com listras brancas e o cabo branco/azul, é um fio branco com listras azuis. | |
Figura A: Diagrama da fiação no padrão EIA/TIA T568B
Esta é a configuração do padrão CAT 5 para cabo invertido (ou crossover) no padrão 568B: veja Tabela 2 e Figura B abaixo.
| Tabela 2: cabo Crossover CAT 5 | |
| Conector #1 | Conector #2 |
| Branco/Laranja | Branco/Verde |
| Laranja/Branco | Verde/Branco |
| Branco/Verde | Branco/Laranja |
| Azul/Branco | Azul/Branco |
| Branco/Azul | Branco/Azul |
| Verde/Branco | Laranja/Branco |
| Branco/Marrom | Branco/Marrom |
| Marrom/Branco | Marrom/Branco |
Figura B: Diagrama da fiação Standard e Crossover no padrão EIA/TIA T568B
